O Amor e a falta Dele
Amor.
Há lindos textos que retratam este sentimento, poemas dos mais renomados escritores. Enredos de novelas, roteiros para o cinema, inspirações para letras de músicas... Enfim.
É ingénuo acreditar que a construção de um amor leva o mesmo tempo que a encenação de algum desses espectáculos.
Cada relação leva o seu tempo, e não me refiro somente à relações entre casais. Toda e qualquer relação é recheada de convivências, histórias, sabores e dissabores. Momentos felizes e não tão felizes assim. Muitos risos, algumas lágrimas.... Festas, Solidão, encontros e desencontros... Por que a gente Ser humano é assim não é mesmo? Gostamos de simbolizar.
Mas como explicar a falta dele? Como pôr em palavras que não amamos alguém que muitas vezes compartilha connosco até o mesmo laço sanguíneo?
Entendam, não é ódio. Só não é amor! Não é mágoa, só é indiferença.
Por vezes me vejo num completo embaraço quando tenho que explicar que não amo um familiar, sem ser interpretada com uma criança mimada que quer chamar à atenção e daí me lembro daquele ditado que diz para calçarmos os sapatos dos outros se quisermos saber do seu caminho percorrido.
Entendam, não é ódio, só não é amor.
O amor é construído com demonstração de cuidados, com reconhecimentos. É reconhecer a importância que a gente têm na vida do outro e que o outro tem em nossa vida. É uma entrega mútua, é querer ver o outro feliz, mesmo que isto ponha em causa o nosso próprio bem-estar.
Falam sobre um tipo de amor transcendental, incondicional, um amor que ainda não foi experimentado por todos e eu me pergunto: - como reconhece-lo? Como identificar quando este amor chegar?
Acredito que quando a gente ama, o melhor de nós fica evidentemente exposto, transborda a tal ponto de se exteriorizar. Nos tornamos pessoas melhores, afinal o amor e a bondade estão sempre em comunhão.
O meu conselho é: Ame! ou Não Ame!. Mesmo que tal atitude implique repreensão das normas éticas e morais impostas pela sociedade.
Há lindos textos que retratam este sentimento, poemas dos mais renomados escritores. Enredos de novelas, roteiros para o cinema, inspirações para letras de músicas... Enfim.
É ingénuo acreditar que a construção de um amor leva o mesmo tempo que a encenação de algum desses espectáculos.
Cada relação leva o seu tempo, e não me refiro somente à relações entre casais. Toda e qualquer relação é recheada de convivências, histórias, sabores e dissabores. Momentos felizes e não tão felizes assim. Muitos risos, algumas lágrimas.... Festas, Solidão, encontros e desencontros... Por que a gente Ser humano é assim não é mesmo? Gostamos de simbolizar.
Mas como explicar a falta dele? Como pôr em palavras que não amamos alguém que muitas vezes compartilha connosco até o mesmo laço sanguíneo?
Entendam, não é ódio. Só não é amor! Não é mágoa, só é indiferença.
Por vezes me vejo num completo embaraço quando tenho que explicar que não amo um familiar, sem ser interpretada com uma criança mimada que quer chamar à atenção e daí me lembro daquele ditado que diz para calçarmos os sapatos dos outros se quisermos saber do seu caminho percorrido.
Entendam, não é ódio, só não é amor.
O amor é construído com demonstração de cuidados, com reconhecimentos. É reconhecer a importância que a gente têm na vida do outro e que o outro tem em nossa vida. É uma entrega mútua, é querer ver o outro feliz, mesmo que isto ponha em causa o nosso próprio bem-estar.
Falam sobre um tipo de amor transcendental, incondicional, um amor que ainda não foi experimentado por todos e eu me pergunto: - como reconhece-lo? Como identificar quando este amor chegar?
Acredito que quando a gente ama, o melhor de nós fica evidentemente exposto, transborda a tal ponto de se exteriorizar. Nos tornamos pessoas melhores, afinal o amor e a bondade estão sempre em comunhão.
O meu conselho é: Ame! ou Não Ame!. Mesmo que tal atitude implique repreensão das normas éticas e morais impostas pela sociedade.

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